quarta-feira, 24 de abril de 2013

A gente colhe o que planta





O nome dele era Fleming e era um pobre lavrador escocês. Um dia, enquanto trabalhava para ganhar o sustento de sua família, ouviu um pedido desesperado de socorro vindo de um pântano próximo. Largou suas ferramentas e correu para ver o que estava acontecendo. Chegando lá, encontrou um menino imerso até a cintura em lama negra tentando se safar da morte certa. Ele então o salvou de uma morte lenta e terrível. No dia seguinte, uma carruagem riquíssima chega a sua humilde casa. Um nobre sai e se apresenta como sendo o pai do menino que o senhor Fleming havia salvado no dia anterior.
- Quero recompensá-lo – disse o nobre – Você salvou a vida do meu filho.
- Não eu não posso aceitar pagamento para o que eu fiz. - respondeu o lavrador.
Naquele momento, o filho do lavrador veio à porta do casebre.
- É seu filho? – perguntou o nobre.
- Sim. – respondeu o lavrador orgulhosamente.
- Bem. – disse o nobre – Farei uma proposta: deixe-me leva-lo e darei uma boa educação e estudos. E, se o rapaz for como o senhor, crescerá e será um homem do qual terá muito orgulho.
E foi o que ele fez. Tempos depois o filho do lavrador Fleming se formou no St. Mary’s Hospital Medical School de Londres, ficou conhecido no mundo todo como o notável senhor Alexander Fleming, o descobridor da penicilina.
Anos depois, o filho do nobre estava muito doente, aquele que um dia o pai de Alexander havia salvado no pântano, e precisava muito da ajuda deste médico. O doente estava com pneumonia. E o que o salvou? A penicilina.  O nome do nobre? Senhor Randolph Churchill. O nome do filho dele? Senhor Winston Churchill.


Nesta vida tudo o que fazemos retorna para nós, por isso, é melhor só fazer o bem. Pense nisso!

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