Mostrando postagens com marcador Literatura. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Literatura. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 18 de maio de 2017

A Árvore das Lágrimas


A ÁRVORE DAS LÁGRIMAS 

Naseem Rakha


Depois de oito anos da perda de seu filho de 15 anos em um suposto assalto, Irene, que só via sentido na pena de morte, resolve perdoar e escrever para o assassino. 
Escondendo da família sua atitude ela acaba por se envolver com o mesmo que responde suas cartas. 
O livro caminha pela mudança de cidade da família antes do acontecimento e tudo o que muda depois, tanto para a mãe quanto para o pai e a irmã da vítima. Em meio a tudo isso, vamos acompanhando Irene em sua perda e tentativa de se reencontrar em meio a tragédia.
O livro fala de amor e perdão, de perdas e os danos que nos causam, de preconceitos, de família e segredos, segredos estes que parecem ser para o bem mas podem tomar um rumo contrário. 
No final nos faz refletir sobre muitas coisas e em como o tempo nos faz mudar.
Para quem gosta de um bom livro. Mas preparem os lencinhos.
Grata surpresa, tornou-se um dos meus queridinhos.

quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

FOBIAS

(Luís Fernando Veríssimo)


Não sei como se chamaria o medo de não ter o que ler. Existem as conhecidas claustrofobia (medo de lugares fechados), agorafobia (medo de espaços abertos), acrofobia (medo de altura) e as menos conhecidas ailurofobia (medo de gatos), iatrofobia (medo de médicos) e até a treiskaidekafobia (medo do número 13), mas o pânico de estar, por exemplo, num quarto de hotel, com insônia, sem nada para ler não sei que nome tem. É uma das minhas neuroses. O vício que lhe dá origem é a gutembergomania, uma dependência patológica na palavra impressa. Na falta dela, qualquer palavra serve. Já saí de cama de hotel no meio da noite e entrei no banheiro para ver se as torneiras tinham “Frio” e “Quente” escritos por extenso, para saciar minha sede de letras. Já ajeitei o travesseiro, ajustei a luz e abri uma lista telefônica, tentando me convencer que, pelo menos no número de personagens, seria um razoável substituto para um romance russo. Já revirei cobertores e lençóis, à procura de uma etiqueta, qualquer coisa.




Alguns hotéis brasileiros imitam os americanos e deixam uma Bíblia no quarto, e ela tem sido a minha salvação, embora não no modo pretendido. Nada como um best-seller numa hora dessas. A Bíblia tem tudo para acompanhar uma insônia: enredo fantástico, grandes personagens, romance, sexo em todas as suas formas, ação, paixão, violência, – e uma mensagem positiva. Recomendo “Gênesis” pelo ímpeto narrativo, “O Cântico dos Cânticos” pela poesia e “Isaías” e “João” pela força dramática, mesmo que seja difícil dormir depois do Apocalipse.
Mas e quando não tem nem a Bíblia? Uma vez liguei para a telefonista de madrugada e pedi uma Amiga.
– Desculpe, cavalheiro, mas o hotel não fornece companhia feminina…
– Você não entendeu! Eu quero uma revista Amiga, Capricho, Vida Rotariana, qualquer coisa.
– Infelizmente, não tenho nenhuma revista.
– Não é possível! O que você faz durante a noite?
– Tricô.
Uma esperança!
– Com manual?
– Não.
Danação.
– Você não tem nada para ler? Na bolsa, sei lá.
– Bem… Tem uma carta da mamãe.
– Manda!"

texto retirado do livro "Banquete com os Deuses"




quinta-feira, 8 de setembro de 2016

TREM NOTURNO PARA LISBOA



TREM NOTURNO PARA LISBOA
PASCAL MERCIER

Raimund Gregorius, professor de línguas clássicas em Berna, se levanta no meio da aula, abandona a sala e toma um trem para Lisboa. Em sua bagagem está um exemplar de reflexões filosóficas escrito pelo médico português: Amadeu de Prado. Fascinado pelo livro, Gregorius decide investigar o autor e vai ao encontro de pessoas que o conheceram. 
Livro dentro do livro: enquanto conhecemos a vida de Amadeu também nos são dados trechos de sua escrita. Ao mesmo tempo fazemos, junto com Gregorius, uma viagem mais interior do que exterior.
Abaixo um pequeno trecho dos pensamentos de Amadeu de Prado que Gregório vai lendo ao longo da sua viagem.

PALAVRAS TRAIÇOEIRAS
Quando falamos sobre nós próprios, sobre os outros ou simplesmente sobre coisas, o que pretendemos é – poderíamos dizer – nos revelar através das nossas palavras: queremos dar a conhecer o que pensamos e sentimos. Permitimos que os outros lancem um olhar para dentro da nossa alma... Compreendido dessa forma, somos os diretores soberanos, os dramaturgos autônomos, no que dize respeito à abertura da nossa interioridade. Mas, e se isso estiver completamente errado? Uma ilusão? Na verdade, nós não apenas nos revelamos com as nossas palavras, nós também nos traímos. Acabamos por revelar muito mais do que gostaríamos e, às vezes, acontece precisamente o contrário. E os outros podem interpretar as nossas palavras como sintomas de algo que nós próprios talvez nem conhecemos. Como sintomas da doença de sermos nós mesmos. Pode ser divertido observarmos os outros dessa maneira, pode nos tornar mais tolerantes, mas também pode significar munição. E se, no instante em que começamos a falar, lembramos de que os outros também agem assim conosco, então a palavra pode ficar entalada na garganta, e o susto pode nos emudecer para sempre.

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

Holy Cow - Resenha


Uma vaca divertida e filosófica, um porco judeu e um peru metido a psicólogo, todos em busca de um sonho: irem para um lugar onde os humanos não os queiram comer. Em meio a aventura desses amigos que acompanhamos com muita curiosidade há também o repensar em nós mesmos como seres humanos. Será que somos mesmo os “tais”? Será que somos mesmo a inteligência superior? A vaca Elsie nos faz enxergar como somos mesquinhos e como, por essa razão, estamos nos destruindo. 
Com muito humor e filosofando o tempo todo Duchovny nos leva numa aventura diferente em uma fábula moderna que questiona muito nossos atos como humanos. Um livro infanto-juvenil, será? Achei bem adulto. Recomendo. 

Trechos: ...Com o tempo aprendi que isso se chama escrever "mensagens de texto", e que é uma forma de as pessoas contarem umas às outras coisas ridículas que acontecem o dia inteiro. Ei, olha essa foto do meu almoço com uma legenda megaespirituosa...   ...É por isso que eles chamam o celular de "I phone"? Porque é tudo eu eu eu...    ...Tem tanta coisa nos seres humanos que eu não entendo.

HOLY COW - Uma Fábula Animal
David Duchovny
Editora Record

quinta-feira, 24 de setembro de 2015

O Retrato


Grata Surpresa


Minha sinopse: Peter é um livreiro que ficou viúvo e resolve morar na Inglaterra. Um dia, “fuçando” livros para comprar, encontra uma aquarela antiga de uma mulher muito parecida com sua falecida esposa. Ele, então, resolve investigar mais e, aos poucos, vai se deparando com o mistério de uma obra perdida de William Shakespeare.

Esse livro me surpreendeu: li atraída pela sinopse, mas achei que fosse só um romance água com açúcar e que talvez fosse uma leitura lenta. Bem, não é. Tem suspense, intriga e até, romance. É bem dinâmico e prende porque você quer saber mais e mais o que vai acontecer. Somos transportados no tempo e levados a conhecer história, Shakespeare, literatura e história da arte. Entre todo o mistério e suspense somos envolvidos por esse romance sobre amor aos livros.
Paro por aqui pois, como eu, espero que tenham uma grata surpresa ao lê-lo, sem saber muito antes de começarem.

Para os amantes de livros, bibliotecas, história e Shakespeare.

O RETRATO
CHARLIE LOVETT
EDITORA NOVO CONCEITO

segunda-feira, 21 de setembro de 2015

Feliz aniversário!


21 de setembro
Hoje é aniversário do Mestre do Horror
Ele destaca-se na literatura de horror e do fantástico mas já escreveu muita coisa boa em outros gêneros. É o nono autor mais traduzido no mundo. Várias de suas obras já foram parar no cinema e na TV em seriados. Para quem não conhece, vale a pena conferir sua bibliografia, que é bem recheada. 

https://pt.wikipedia.org/wiki/Stephen_King#Obras_completas

segunda-feira, 14 de setembro de 2015

Dica de leitura

O Clube do Biscoito 

  
    A cada capítulo vamos conhecendo a história de 12 amigas que se reúnem sempre na primeira semana de dezembro e formam o Clube do Biscoito, onde trocam biscoitos, receitas e experiências de vida. Passamos a acompanhar suas alegrias e tristezas, preocupações com familiares e umas com as outras, emprego, carreira, doenças. Assim conhecemos um pouco de cada uma.
    O livro é emocionante e tocante Uma lição de vida de fato. Fala de amizade e superação. Enquanto festejam e dividem confissões e temores as amigas se descobrem ainda mais a cada ano que se reúnem. Como diz o subtítulo: “onde o ingrediente mais importante é o amor!”.
    Leitura fácil e gostosa, além de “matar” a curiosidade sobre ingredientes como o chocolate, a canela, o gengibre, baunilha, sal, açúcar, manteiga, tâmaras, farinha, nozes e outros. E, para quem gosta de cozinhar, a cada capítulo uma receita completa de biscoito.
    Para as leitoras cozinheiras. Boas leituras e bons biscoitos.

Autora: Ann Pearlman
Editora: Bertrand Brasil



terça-feira, 23 de junho de 2015

POESIA AGORA

Museu da Língua Portuguesa exibe a Poesia Agora


Mostra temporária tem o cenário poético atual como protagonista e incentiva o público a fazer parte dele; versos de quase 500 poetas estão na exibição que abre as portas no dia 23 de junho


Endereço: Praça da Luz s/n; tel.: (11) 3322-0080

Horário: de terça a domingo, das 10h às 18h (a bilheteria fecha às 17h). Fechado às segundas. Ingressos: R$ 6 e R$ 3 (meia entrada), com entrada gratuita aos sábados.

SITE: http://www.museudalinguaportuguesa.org.br/noticias_interna.php?id_noticia=457

terça-feira, 26 de maio de 2015

Do diário de um bebê

Do Diário de um Bebê

1º mês
Completo hoje trinta dias e confesso que já estou farto de ouvir "bilu-bilu" o dia inteiro na minha cara. Por que os adultos não falam direito, fazem voz esquisita e fanhosa, se sabem que não entendo nada do que dizem e muito menos falando assim?

2º mês
Percebo que estão todos apreensivos, suas caras mudam de expressão depois que abrem o jornal e comentam que o preço do leite vai subir. Não sei por que essa preocupação se o leite que eu tomo é de graça e é a mamãe que fornece. Se o leite subir, até que é bom, porque a mamãe pode ficar rica.

3º mês
Quero esclarecer que, quando molho a fralda, choro muito, mas é por causa da despesa que estou dando. Sei como está difícil arranjar empregada pra lavar todo dia. Outra coisa que me chateia e não posso reagir, é quando as visitas dizem que sou a cara do pai. No princípio eu não ligava, mas agora, que já vi a cara do pai, não gosto muito.

4º mês
A vovó tem mania de ficar me balançando no colo e pensa que durmo por causa disso. Mas não é não. É que fico tontinho e desmaio. A mamãe passa o dia inteiro lendo livros para saber como cuidar de mim, mas os livros são tão diferentes que quem sofre sou eu, pois ela fica sem saber o que fazer.

5º mês
Não gosto quando a mamãe insiste em tirar a minha chupeta e o papai diz que é melhor do que botar o dedo na boca. O que me incomoda não é nem a falta da chupeta nem do dedo; é a discussão na minha cara.

6º mês
Não gosto do meu pediatra porque todo mês receita um monte de sopas que eu detesto e um monte de remédios que quem detesta é a mamãe. Só gosto daqueles ferrinhos que ele traz na malinha, mas toda vez que seguro um pra brincar, ele tira da minha mão e enfia na minha garganta.

7º mês
Quanto às mamadeiras, acho bom entenderem de uma vez por todas que não quero tomar, não adianta ninguém insistir, nem me passar de mão em mão pra cada um tentar uma vez. O problema não é trocarem as pessoas - é trocarem o leite, que eu conheço o gosto.

8º mês
Aqui em casa todos acreditam nos livros que ensinam "como cuidar do bebê", mas nenhum médico nunca me consultou do que gosto e do que não gosto, pois quando eles escreveram seus livros eu nem tinha nascido. Seguir estatística é nisso que dá: quem entra pelo cano sou eu.

9º mês
Não adianta ficarem dizendo na minha cara "mamã" e "papá", porque o certo é "mamãe" e "papai". As pessoas grandes ensinam a gente a falar errado porque acham que é mais engraçadinho - depois eu sei o que acontece: de tanto a gente falar errado, eles acabam mandando a gente pra escola.

10º mês
Coisa de que eu não gosto é quando chegam visitas: entram no meu quarto pra ver se estou dormindo e ficam falando baixinho que estou acordado. Depois vem outro e diz que estou dormindo, depois vem outro e diz que acha que estou acordado - ninguém se manca, pois com todo mundo cochichando não consigo dormir.

11º mês
Muito constrangedor é quando deixo a sopa no prato, só pela cara da mamãe já sei que o preço dos legumes subiu de novo. Coisa que não entendo é que todo mundo concorda que não se deve bater numa criança, mas bem que de vez em quando me dão umas palmadas. Não quero crescer nunca, acho gente grande muito nervosa.

12º mês
A maior emoção da minha vida foi quando consegui ficar de bruços, porque esse negócio de ficar deitado de costas é muito bom, mas é pro papai. Agora estou engatinhando e ouço dizer que muito breve começarei a andar. Eles não perder por esperar: assim que eu começar a andar, saio de casa.

LEON ELIACHAR, O Homem ao Zero

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

UM POUCO DE HUMOR

Do Diário de um Bebê


LEON ELIACHAR, O Homem ao Zero

1º mês
Completo hoje trinta dias e confesso que já estou farto de ouvir "bilu-bilu" o dia inteiro na minha cara. Por que os adultos não falam direito, fazem voz esquisita e fanhosa, se sabem que não entendo nada do que dizem e muito menos falando assim?

2º mês
Percebo que estão todos apreensivos, suas caras mudam de expressão depois que abrem o jornal e comentam que o preço do leite vai subir. Não sei por que essa preocupação se o leite que eu tomo é de graça e é a mamãe que fornece. Se o leite subir, até que é bom, porque a mamãe pode ficar rica.

3º mês
Quero esclarecer que, quando molho a fralda, choro muito, mas é por causa da despesa que estou dando. Sei como está difícil arranjar empregada pra lavar todo dia. Outra coisa que me chateia e não posso reagir, é quando as visitas dizem que sou a cara do pai. No princípio eu não ligava, mas agora, que já vi a cara do pai, não gosto muito.

4º mês
A vovó tem mania de ficar me balançando no colo e pensa que durmo por causa disso. Mas não é não. É que fico tontinho e desmaio. A mamãe passa o dia inteiro lendo livros para saber como cuidar de mim, mas os livros são tão diferentes que quem sofre sou eu, pois ela fica sem saber o que fazer.

5º mês
Não gosto quando a mamãe insiste em tirar a minha chupeta e o papai diz que é melhor do que botar o dedo na boca. O que me incomoda não é nem a falta da chupeta nem do dedo; é a discussão na minha cara.

6º mês
Não gosto do meu pediatra porque todo mês receita um monte de sopas que eu detesto e um monte de remédios que quem detesta é a mamãe. Só gosto daqueles ferrinhos que ele traz na malinha, mas toda vez que seguro um pra brincar, ele tira da minha mão e enfia na minha garganta.
7º mês
Quanto às mamadeiras, acho bom entenderem de uma vez por todas que não quero tomar, não adianta ninguém insistir, nem me passar de mão em mão pra cada um tentar uma vez. O problema não é trocarem as pessoas - é trocarem o leite, que eu conheço o gosto.

8º mês
Aqui em casa todos acreditam nos livros que ensinam "como cuidar do bebê", mas nenhum médico nunca me consultou do que gosto e do que não gosto, pois quando eles escreveram seus livros eu nem tinha nascido. Seguir estatística é nisso que dá: quem entra pelo cano sou eu.
9º mês
Não adianta ficarem dizendo na minha cara "mamã" e "papá", porque o certo é "mamãe" e "papai". As pessoas grandes ensinam a gente a falar errado porque acham que é mais engraçadinho - depois eu sei o que acontece: de tanto a gente falar errado, eles acabam mandando a gente pra escola.

10º mês
Coisa de que eu não gosto é quando chegam visitas: entram no meu quarto pra ver se estou dormindo e ficam falando baixinho que estou acordado. Depois vem outro e diz que estou dormindo, depois vem outro e diz que acha que estou acordado - ninguém se manca, pois com todo mundo cochichando não consigo dormir.

11º mês
Muito constrangedor é quando deixo a sopa no prato, só pela cara da mamãe já sei que o preço dos legumes subiu de novo. Coisa que não entendo é que todo mundo concorda que não se deve bater numa criança, mas bem que de vez em quando me dão umas palmadas. Não quero crescer nunca, acho gente grande muito nervosa.

12º mês
A maior emoção da minha vida foi quando consegui ficar de bruços, porque esse negócio de ficar deitado de costas é muito bom, mas é pro papai. Agora estou engatinhando e ouço dizer que muito breve começarei a andar. Eles não perder por esperar: assim que eu começar a andar, saio de casa.

sexta-feira, 7 de junho de 2013

DICA DE LEITURA


O CADERNO DE MAYA - ISABEL ALLENDE

Maya é uma garota americana de 19 anos criada pela avó chilena. Quando ela se envolve com más companhias e começa a usar drogas é mandada para uma clínica no Oregon de onde acaba fugindo. Ela vai para Las Vegas onde os seus maiores e mais graves problemas têm início.  Após algum tempo em uma vida duvidosa os familiares a encontram e a mandam para o Chile onde ela irá conhecer uma vida simples e o passado de sua família. Aos poucos acompanhamos a vida dessa adolescente rebelde que envereda por caminhos errado e coloca em risco a própria vida.

Trecho em destaque: Liliana Treviño e padre Lyon:  
- Ligue-me quando quiser, minha filha. Agora tenho meu próprio celular, mas nada de e-mails: não aprendi os mistérios de um computador. Fiquei muito para trás nesse negócio de comunicações.
- O senhor está em comunicação com o céu, padre, não precisa de computador - disse Liliana Treviño.
- O céu já tem Facebook, minha filha!                                       

quinta-feira, 6 de junho de 2013

DICA DE LEITURA


INFERNO - DAN BROWN

E se um cientista obcecado pelo fim da humanidade resolvesse agir por conta própria para "salvar" o mundo? E se esse cientista fosse uma das mentes mais brilhantes no campo da genética? Junte a isto sua fixação pela obra "A Divina Comédia" de Dante Alighieri e códigos escondidos em obras de arte e teremos mais uma grande aventura de Dan Brown.
Robert Langdom acorda em Florença na Itália sem memória dos últimos dias. Sem se recordar sequer como chegou ali ele se vê em um hospital. Sem saber o que aconteceu sofre um atentado e tem que fugir. Ajudado por uma médica ele tenta desvendar o código contido em um objeto encontrado em seu terno. Tudo isso enquanto é perseguido.
Mais uma vez a aventura é garantida em meio a códigos, mistérios, cultura e ciência. O que será do nosso futuro, afinal? Será mesmo que estamos vivendo o Apocalipse populacional? Deixando de lado todo o suspense e aventura este é um tema para se refletir a respeito. 


Frase: "Os lugares mais sombrios do Inferno são reservados àqueles que se mantiveram neutros em tempos de crise moral".  - A Divina Comédia de Dante Alighieri

DICA DE LEITURA



UMA SEMANA NO INVERNO - MARCIA WILLETT

Maudie é uma viúva de 72 anos que resolve vender uma propriedade na Cornualha. Só que uma de suas enteadas, Selina, se opõe à venda. A partir daí começamos a conhecer essa família e seus segredos. Selina nunca aceitou Maudie como madrasta e a rixa entre as duas vem de longa data. Ela acha que a propriedade deve permanecer na família. Entre altos e baixos vamos descobrindo o que cada membro da família pensa a respeito e como cada um convive com Maudie até que surge Melissa, uma jovem disposta a comprar a propriedade e que irá mudar o rumo das coisas.
Um lindo romance que nos mostra quão importante pode ser a família, seja ela, de sangue ou não. Os laços que nos unem são mais fortes do que supomos

Frase marcante: "Quando a ignorância é feliz, será uma loucura saber?"


quarta-feira, 8 de maio de 2013

Dia das Mães - Dicas de Livros










GRANDES LIVROS PARA GRANDES MÃES!



OS CATADORES DE CONCHAS – ROSAMUNDE PILCHER
Penélope é filha de um pintor falecido, e descobre que a obra do pai tem um valor considerável no mercado de leilões. Um destes quadros é “Os catadores de conchas” pelo qual ela tem um grande carinho. Seus filhos, já adultos e cada qual com sua própria vida e seus problemas acabam por ter reações diversas à teimosia da mãe em vender a pintura. Em meio a isso tudo, vamos revivendo o passado de Penélope através de suas lembranças.
Um romance muito bonito que, apesar de ter mais de 600 páginas, você devora!


PAULA e A SOMA DOS DIAS – ISABEL ALLENDE
Em “Paula” a autora narra sua vida durante a doença da filha. O livro é lindo e nos toca profundamente.
“A soma dos dias” é uma continuidade da narrativa de sua vida já mais atual onde nos descreve sua vida com o marido e a família, entre alegrias e tristezas. Sou suspeita para falar porque sou absolutamente apaixonada por Isabel Allende, seus livros são lindos, falam ao coração... só lendo pra sentir.


A FILHINHA DO PAPAI – MARY HIGGINS CLARK
Ellie é uma jornalista investigativa que teve aos sete anos teve a irmã assassinada. Agora adulta e com o criminoso saindo da prisão e afirmando ser inocente, ela quer provar sua culpa. Só que agora ela é que corre perigo. Um livro policial e de suspense que prende, e muito, a atenção. Não larguei enquanto não cheguei ao final.


O ÚLTIMO PAPA – LUÍS MIGUEL ROCHA
E se a morte do Papa João Paulo I não tivesse sido natural? Seria uma conspiração, seria assassinato? O que realmente aconteceu durantes os 33 dias em que ele esteve à frente da Igreja Católica?  Para quem gosta de teorias da conspiração, o escritor português Luís Miguel Rocha nos guia por um caminho onde tudo pode acontecer, intriga, suspense, aventura e questões sobre a igreja católica. Excelente livro!


O QUARTO – EMMA DONOGHUE
Jack é um menino muito esperto que só tem cinco anos. O único mundo que ele conhece é o Quarto, onde nasceu, cresceu e vive com sua mãe. Para ele é o lugar onde brinca, lê e solta a imaginação, mas, para sua mãe, é a prisão onde o Velho Nick a mantém há sete anos. O que acontecerá com ele? Como Jack pode viver num quarto? Porque sua mãe não tenta fugir? Será que vai? Um ótimo livro cheio de ternura. Excelente escolha para o dia das mães.


A CASA DAS ORQUÍDEAS – LUCINDA RILEY
Julia é uma pianista que está se recuperando de uma tragédia pessoal e volta para a casa onde passava os verões com seus avós. Entre o reencontro com um velho amigo e a família, ela vai descobrindo segredos da velha mansão em que os avós trabalhavam. Assim, através das histórias da avó ela fica conhecendo a verdadeira história da família Crawford. Um lindo romance que prende a atenção até a última página.



Nada melhor que uma boa leitura - Recados e Imagens para orkut, facebook, tumblr e hi5
Recados e Imagens de Só de Figuras para orkut, Facebook, tumblr, hi5, Tagged ou para blog!


quarta-feira, 1 de maio de 2013

Dia da Literatura Brasileira



Esta data é uma homenagem ao romancista José de Alencar, que nasceu em 1º de maio de 1829. Entre suas obras mais conhecidas estão: "Iracema" (1854), "O Guarani" (1857), "Lucíola" (1862), "Senhora" (1875).
-->