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quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

FOBIAS

(Luís Fernando Veríssimo)


Não sei como se chamaria o medo de não ter o que ler. Existem as conhecidas claustrofobia (medo de lugares fechados), agorafobia (medo de espaços abertos), acrofobia (medo de altura) e as menos conhecidas ailurofobia (medo de gatos), iatrofobia (medo de médicos) e até a treiskaidekafobia (medo do número 13), mas o pânico de estar, por exemplo, num quarto de hotel, com insônia, sem nada para ler não sei que nome tem. É uma das minhas neuroses. O vício que lhe dá origem é a gutembergomania, uma dependência patológica na palavra impressa. Na falta dela, qualquer palavra serve. Já saí de cama de hotel no meio da noite e entrei no banheiro para ver se as torneiras tinham “Frio” e “Quente” escritos por extenso, para saciar minha sede de letras. Já ajeitei o travesseiro, ajustei a luz e abri uma lista telefônica, tentando me convencer que, pelo menos no número de personagens, seria um razoável substituto para um romance russo. Já revirei cobertores e lençóis, à procura de uma etiqueta, qualquer coisa.




Alguns hotéis brasileiros imitam os americanos e deixam uma Bíblia no quarto, e ela tem sido a minha salvação, embora não no modo pretendido. Nada como um best-seller numa hora dessas. A Bíblia tem tudo para acompanhar uma insônia: enredo fantástico, grandes personagens, romance, sexo em todas as suas formas, ação, paixão, violência, – e uma mensagem positiva. Recomendo “Gênesis” pelo ímpeto narrativo, “O Cântico dos Cânticos” pela poesia e “Isaías” e “João” pela força dramática, mesmo que seja difícil dormir depois do Apocalipse.
Mas e quando não tem nem a Bíblia? Uma vez liguei para a telefonista de madrugada e pedi uma Amiga.
– Desculpe, cavalheiro, mas o hotel não fornece companhia feminina…
– Você não entendeu! Eu quero uma revista Amiga, Capricho, Vida Rotariana, qualquer coisa.
– Infelizmente, não tenho nenhuma revista.
– Não é possível! O que você faz durante a noite?
– Tricô.
Uma esperança!
– Com manual?
– Não.
Danação.
– Você não tem nada para ler? Na bolsa, sei lá.
– Bem… Tem uma carta da mamãe.
– Manda!"

texto retirado do livro "Banquete com os Deuses"




quinta-feira, 8 de setembro de 2016

TREM NOTURNO PARA LISBOA



TREM NOTURNO PARA LISBOA
PASCAL MERCIER

Raimund Gregorius, professor de línguas clássicas em Berna, se levanta no meio da aula, abandona a sala e toma um trem para Lisboa. Em sua bagagem está um exemplar de reflexões filosóficas escrito pelo médico português: Amadeu de Prado. Fascinado pelo livro, Gregorius decide investigar o autor e vai ao encontro de pessoas que o conheceram. 
Livro dentro do livro: enquanto conhecemos a vida de Amadeu também nos são dados trechos de sua escrita. Ao mesmo tempo fazemos, junto com Gregorius, uma viagem mais interior do que exterior.
Abaixo um pequeno trecho dos pensamentos de Amadeu de Prado que Gregório vai lendo ao longo da sua viagem.

PALAVRAS TRAIÇOEIRAS
Quando falamos sobre nós próprios, sobre os outros ou simplesmente sobre coisas, o que pretendemos é – poderíamos dizer – nos revelar através das nossas palavras: queremos dar a conhecer o que pensamos e sentimos. Permitimos que os outros lancem um olhar para dentro da nossa alma... Compreendido dessa forma, somos os diretores soberanos, os dramaturgos autônomos, no que dize respeito à abertura da nossa interioridade. Mas, e se isso estiver completamente errado? Uma ilusão? Na verdade, nós não apenas nos revelamos com as nossas palavras, nós também nos traímos. Acabamos por revelar muito mais do que gostaríamos e, às vezes, acontece precisamente o contrário. E os outros podem interpretar as nossas palavras como sintomas de algo que nós próprios talvez nem conhecemos. Como sintomas da doença de sermos nós mesmos. Pode ser divertido observarmos os outros dessa maneira, pode nos tornar mais tolerantes, mas também pode significar munição. E se, no instante em que começamos a falar, lembramos de que os outros também agem assim conosco, então a palavra pode ficar entalada na garganta, e o susto pode nos emudecer para sempre.

segunda-feira, 20 de julho de 2015

DIA DO AMIGO


20 DE JULHO - DIA DO AMIGO

ENTRE AMIGOS
Martha Medeiros

Para que serve um amigo? Para rachar a gasolina, emprestar a prancha, recomendar um disco, dar carona pra festa, passar cola, caminhar no shopping, segurar a barra. Todas as alternativas estão corretas, porém isso não basta para guardar um amigo do lado esquerdo do peito. 

Milan Kundera, escritor tcheco, escreveu em seu último livro, "A Identidade", que a amizade é indispensável para o bom funcionamento da memória e para a integridade do próprio eu. Chama os amigos de testemunhas do passado e diz que eles são nosso espelho, que através deles podemos nos olhar. Vai além: diz que toda amizade é uma aliança contra a adversidade, aliança sem a qual o ser humano ficaria desarmado contra seus inimigos. 

Verdade verdadeira. Amigos recentes custam a perceber essa aliança, não valorizam ainda o que está sendo contruído. São amizades não testadas pelo tempo, não se sabe se enfrentarão com solidez as tempestades ou se serão varridos numa chuva de verão. Veremos. 

Um amigo não racha apenas a gasolina: racha lembranças, crises de choro, experiências. Racha a culpa, racha segredos. 

Um amigo não empresta apenas a prancha. Empresta o verbo, empresta o ombro, empresta o tempo, empresta o calor e a jaqueta. 

Um amigo não recomenda apenas um disco. Recomenda cautela, recomenda um emprego, recomenda um país. 

Um amigo não dá carona apenas pra festa. Te leva pro mundo dele, e topa conhecer o teu. 

Um amigo não passa apenas cola. Passa contigo um aperto, passa junto o reveillon. 

Um amigo não caminha apenas no shopping. Anda em silêncio na dor, entra contigo em campo, sai do fracasso ao teu lado. 

Um amigo não segura a barra, apenas. Segura a mão, a ausência, segura uma confissão, segura o tranco, o palavrão, segura o elevador. 

Duas dúzias de amigos assim ninguém tem. Se tiver um, amém.

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

São Francisco de Assis e os Animais




Hoje é dia de São Francisco de Assis, o padroeiro dos animais. 
Por isso mesmo a data também comemora o dia dos animais.



Declaração Universal dos Direitos do Animal

Art. 1º - Todos os animais nascem iguais perante a vida e têm os mesmos direitos à existência.

Art. 2º - O homem, como a espécie animal, não pode exterminar os outros animais ou explorá-los violando este direito; tem obrigação de colocar os seus conhecimentos a serviço dos animais. 

Art. 3º - Todo animal tem direito à atenção, aos cuidados e à proteção do homem. Se a morte de um animal for necessária, deve ser instantânea, indolor e não geradora de angústia. 

Art. 4º - Todo animal pertencente a uma espécie selvagem tem direito a viver livre em seu próprio ambiente natural, terrestre, aéreo ou aquático, e tem direito a reproduzir-se; Toda privação de liberdade, mesmo se tiver fins educativos, é contrária a este direito. 

Art. 5º - Todo animal pertencente a uma espécie ambientada tradicionalmente na vizinhança do homem tem direito a viver e crescer no ritmo e nas condições de vida e de liberdade que forem próprias de sua espécie; Toda modificação deste ritmo ou destas condições, que forem impostas pelo homem com fins mercantis, é contrária a este direito. 

Art. 6º - Todo animal escolhido pelo homem como companheiro tem direito a uma duração de vida correspondente à sua longevidade natural; Abandonar um animal é ação cruel e degradante. 

Art. 7º - Todo animal utilizado em trabalho tem direito à limitação razoável da duração e intensidade desse trabalho, alimentação reparadora e repouso. 

Art. 8º - A experimentação animal que envolver sofrimento físico ou psicológico é incompatível com os direitos do animal, quer se trate de experimentação médica, científica, comercial ou de qualquer outra modalidade; As técnicas de substituição devem ser utilizadas e desenvolvidas.Art. 9º - Se um animal for criado para alimentação, deve ser nutrido, abrigado, transportado e abatido sem que sofra ansiedade ou dor. 

Art. 10º - Nenhum animal deve ser explorado para divertimento do homem; As exibições de animais e os espetáculos que os utilizam são incompatíveis com a dignidade do animal. 

Art. 11º - Todo ato que implique a morte desnecessária de um animal constitui biocídio, isto é, crime contra a vida. 

Art. 12º - Todo ato que implique a morte de um grande número de animais selvagens, constitui genocídio, isto é, crime contra a espécie; A poluição e a destruição do ambiente natural conduzem ao genocídio. 

Art. 13º - O animal morto deve ser tratado com respeito; As cenas de violência contra os animais devem ser proibidas no cinema e na televisão, salvo se tiverem por finalidade evidenciar ofensa aos direitos do animal. 

Art. 14º - Os organismos de proteção e de salvaguarda dos animais devem ter representação em nível governamental; os direitos do animal devem ser defendidos por lei como os direitos humanos.

domingo, 1 de setembro de 2013

A ONDA





     Há alguns dias assisti aos filmes “A Onda”, isso mesmo, filmes no plural porque são duas as versões: a primeira (The Wave) de 1981 foi feita para a TV americana e a segunda (Die Welle) é de 2008 feita pelo cinema alemão.
     Sem desmerecer ninguém mas simplesmente comparando as duas, de longe, a versão alemã se supera. Eu explico:
     Os fatos nos quais os filmes são inspirados ocorreram de verdade na Elwood P. Cubberly Senior High School, em Palo Alto,  Califórnia, EUA. em 1967 tendo como protagonista o professor Ron Jones que, visando motivar seus alunos de História, faz uma experiência em classe para mostrar como funciona a autocracia na prática. As coisas tomam um rumo inesperado e é isso que vemos nos filmes.
     Bem, ambas as versões mostram o crescimento dessa experiência e o rumo desgovernado que ela toma, no entanto, o filme alemão transportou a história para os nossos dias acrescentando a violência dos dias de hoje entre os jovens e o poder da internet (Hoje em dia tudo caminharia muito mais rápido e chegaria muito mais longe).
     A diferença básica entre as duas versões é que a versão americana acaba parecendo ingênua e não demonstra a força que esse tipo de situação pode ter. Sem falar que o final é diferente em cada versão.
     Mesmo a versão alemã tendo sido atualizada e mudado algumas coisas, a situação exposta ali é muito mais apavorante porque parece mais próxima de nossa realidade.
     A versão mais antiga pode ser encontrada no youtube e tem 46 minutos.
     O filme alemão, mais recente, tem sido exibido na TV mas também pode ser encontrado on line. Tem 105 minutos.
     Também há alguns blogs que mostram entrevistas com o professor Ron Jones.
     Para quem é curioso e quer assistir aos dois filmes, eu recomendo começar com a versão alemã de 2008,  Die Welle, direção de Dennis Gansel que tem como protagonista o ator Jürgen Vogel. Porque se você assistir à versão americana primeiro, embora vá enteder o enredo, não terá a dimensão de como tudo poderia acontecer se fosse hoje em dia.
     Filme magnífico. Eu recomendo.




  




quinta-feira, 9 de maio de 2013

Dia das Mães - Muito Lindo!


  Por que as mães choram

“Por que você está chorando?", ele perguntou à sua mãe.

“Porque eu sou mãe”, ela respondeu.
“Eu não entendi”, ele disse.
Ela apenas o abraçou e sussurrou: " Você nunca entenderá ".

Mais tarde o menino perguntou ao pai porque as mães parecem chorar sem nenhuma aparente razão.
"Todas as mães choram sem motivo ", foi o que o pai conseguiu responder.
O menino cresceu, tornou-se um homem e ainda tentava entender porque mães volta e meia estão chorando.

Após muitos anos, já em avançada idade, ele deixou o mundo.
Quando sua alma viu-se frente a frente com Deus, logo disse:
"Senhor, nunca entendi porque mães choram tão facilmente "

Disse Deus:
"Quando eu criei as mães tinha que ser algo especial.

Eu fiz seus ombros fortes o suficiente para carregar o peso do mundo e, ainda, suficientemente confortáveis para dar apoio.

Eu dei a elas a força para a hora do nascimento dos filhos e para suportar a rejeição que tantas vezes vem deles.

Eu dei a elas a fibra que permite a continuação da luta quando todos à sua volta já desistiram.

Dei-lhes a perseverança em proteger a família por entre doenças e tristezas sem jamais desistir de amar.

Dei-lhes a sensibilidade para amar seus filhos diante de quaisquer circunstâncias, mesmo que eles a tenham magoado profundamente.
Essa mesma sensibilidade as ajuda a silenciar o chorinho dos seus bebês, fazendo com que se acalmem e, quando adolescentes, que compartilhem com ela
suas ansiedades e medos.

... E, finalmente, dei-lhes a lágrima para derramarem sem nenhuma razão aparente. É sua única fraqueza.

Por que fiz isso? Para não diferenciá-las por completo do restante da espécie humana”.

Mães são estrelas que brilham sempre em nossas vidas...




quarta-feira, 8 de maio de 2013

Dia das Mães - Um Anjo!


UM ANJO


Uma criança pronta para nascer pergunta a Deus:
- Disseram-me que estarei sendo enviado à Terra amanhã... Como eu vou viver lá, sendo que sou pequeno e indefeso?
E Deus disse:
- Entre muitos anjos, eu escolhi um especial para você. Estará lhe esperando e tomará conta de você.
Criança:
- Mas diga-me, aqui no Céu eu não faço nada além de sorrir e cantar, o que é suficiente para que eu seja feliz. Serei feliz lá?
Deus:
- Seu anjo cantará e sorrirá para você... A cada dia, a cada instante, você sentirá o amor do seu anjo e será feliz.
Criança:
- Como poderei entender quando falarem comigo, se eu não conheço a língua que as pessoas falam?
Deus:
- Com muita paciência e carinho, seu anjo lhe ensinará a falar.
Criança:
- E o que farei quando eu quiser falar contigo?
Deus:
- Seu anjo juntará suas mãos e lhe ensinará a rezar.
Criança:
- Eu ouvi que na Terra há homens maus. Quem me protegerá?
Deus:
- Seu anjo lhe defenderá mesmo que signifique arriscar sua própria vida.
Criança:
- Mas eu serei sempre triste porque eu não Te verei mais.
Deus:
- Seu anjo sempre lhe falará sobre Mim, lhe ensinará a maneira de vir a Mim, e Eu estarei sempre dentro de você.
Nesse momento havia muita paz no Céu, mas as vozes da Terra já podiam ser ouvidas. A criança, apressada, pediu suavemente:
- Oh Deus, se eu estiver a ponto de ir agora, diga-me por favor, o nome do meu anjo.
E Deus respondeu :
- Você chamará seu anjo de ... MÃE!


terça-feira, 7 de maio de 2013

CONTA E TEMPO


CONTA E TEMPO


Deus pede estrita conta de meu tempo
e eu vou, do meu tempo, dar-Lhe conta.
Mas como dar, sem tempo, tanta conta,
eu que gastei, sem conta, tanto tempo?

Para dar minha conta feita a tempo,
o tempo me foi dado e não fiz conta.
Não quis, sobrando tempo, fazer conta,
hoje quero acertar conta e não era tempo.

Oh, vós que tendes tempo sem ter conta,
não gasteis vosso tempo em passatempo;
cuidai, enquanto é tempo, da vossa conta.

Pois aqueles que, sem conta, gastam tempo,
quando o tempo chegar de prestar conta,
chorarão, como eu, de não ter tempo.

Dia das Mães - Poesia




SER MÃE É ISTO


   É sempre estar cansada,
de nunca ficar parada,
de ter sempre o que fazer.


É engolir quase inteiro,
não demorar no banheiro
e se aprontar sem se ver.


É acordar de madrugada,
e não dormir quase nada
se um filho adoecer... 


De novo ler estorinhas
os contos da carochinha,
para o filho adormecer...


É interromper a novela,
quando está no melhor dela,
para o filho atender.


É inventar pratos "mil",
se um filho com fastio,
inventar de não comer.


É estudar outra vez
todo o curso que já fez,
para o filho aprender. 



Outra vez brincar de "roda",
e estar por dentro da moda
quando a filhinha crescer.



É ouvir músicas "chatas"
e esquecer as serenatas,
que só lhe davam prazer.



É curtir uma quadrilha
quando então é sua filha
quem vai dançar pra valer.



Ser mãe é virar uma semente
pra viver novamente
quando um filhinho nascer. 

   Maria Augusta Gouveia



sexta-feira, 3 de maio de 2013

Clichê do Cromossomo Y



O texto abaixo reflete bem o clichê do cromossomo Y, ou seja, o homem. Eles são como são e poucos tentam melhorar. Compreender a companheira então, nem se fala! Apesar de cômico retrata bem como eles são. E é isso mesmo: eles são um clichê deles mesmos!




VERDADES MASCULINAS

1. Peitos foram feitos para serem olhados e é isso que nós iremos fazer. Não tente mudar isso.

2. Aprenda a usar a tampa do vaso. Você é uma menina crescida. Se ela está levantada, abaixe-a. Vocês precisam dela abaixada, nós precisamos dela levantada. Você não nos vê reclamando por que você a deixou abaixada.

3. Domingo = Esportes. É a mesma relação que a lua cheia tem com as mudanças na maré. Deixe estar.

4. Comprar NÃO é um esporte. E não, nunca vamos pensar nisso dessa forma.

5. Chorar é chantagem.

6. Pergunte o que você quer. Vamos ser claros nisso: Dicas sutis não funcionam! Dicas claras não funcionam! Dicas óbvias não funcionam! Apenas diga logo o que você quer.

7. Sim e Não são respostas perfeitas para praticamente todas as questões existentes.

8. Venha falar conosco a respeito de um problema somente se você quiser ajuda para resolvê-lo. Isso é o que a gente faz. Simpatia é trabalho das suas amigas

9. Uma dor de cabeça que dura 17 meses é um problema. Procure um médico.

10. Qualquer coisa que dissemos seis meses atrás é inadmissível em um argumento. Na verdade, todos os comentários tornam-se nulos e vetados após sete dias.

11. Se você pensa que está gorda, provavelmente você esteja. Não pergunte para nós.

12. Se algo que nós dissemos pode ser interpretado de duas formas, e uma delas faz você ficar irritada e triste, nós queríamos usar a outra forma.

13. Sempre que possível, fale tudo o que você tem a falar durante os comerciais.

14. Cristóvão Colombo não precisou parar para pedir informações, e nem nós.

15. TODOS os homens enxergam em apenas 16 cores, assim como as definições básicas do Windows. Pêssego, por exemplo, é uma fruta, não uma cor. Salmão é um peixe. Não fazemos idéia do que é âmbar.

16. Se algo coça, será coçado. Nós fazemos isso.

17. Se perguntarmos a você se há algo de errado e você responde “nada”, nós agiremos como se nada tivesse errado. Nós sabemos que você está mentindo, mas não vale à pena a discussão.      


18. Se você fizer uma pergunta para a qual você não quer uma resposta, espere uma resposta que você não queria ouvir.

19. Quando precisamos sair, absolutamente tudo que você usar está bom. Sério.

20. Não pergunte o que estamos pensando, a não ser que você esteja preparada para discutir sobre Sexo, Esportes ou Carros.

21. Você possui roupas suficientes.

22. Você possui sapatos de mais.

23. Eu estou em forma. Redondo é uma forma.

24. Obrigado por ler isso; Sim, eu sei, eu terei que ir dormir na sala hoje, mas saiba você que os homens não se importam com isso, é como acampar.

segunda-feira, 29 de abril de 2013

Você Sabia?



Coincidências entre os assassinatos dos presidentes americanos Abraham Lincoln e John F. Kennedy 

   Abraham Lincoln foi eleito pela primeira vez para o Congresso em 1846. John F. Kennedy foi eleito pela primeira vez em 1946. Lincoln foi o 16º presidente americano, eleito em 6 de Novembro de 1860. Kennedy foi o 35º presidente, eleito em 8 de Novembro de 1960. Ambos foram sucedidos por homens de sobrenome Johnson, Lincoln por Andrew Johnson, nascido em 1808 e, Kennedy, por Lyndon Johnson, nascido em 1908. Ambos eram do sul do país. 

   John Wilkes Booth, o assassino de Lincoln, nasceu em 1839 e Lee Harvey Oswald, o assassino de Kennedy, nasceu em 1939. Os dois eram do sul e foram mortos por um tiro antes de chegarem ao julgamento. Booth alvejou o presidente Lincoln num teatro e se refugiou num armazém. Oswald montou tocaia em um armazém de onde atirou em Kennedy e refugiou-se num teatro. 

   Lincoln e Kennedy foram, ambos, atingidos na nuca e morreram numa sexta-feira. As esposas os acompanhavam.  

   Lincoln foi assassinado no Teatro Ford. Kennedy num automóvel da marca Ford - modelo Lincoln. 

   Por último, Lincoln tinha um secretário de nome Kennedy, que o aconselhou a não ir ao teatro no dia de sua morte. Kennedy tinha um secretário de nome Lincoln que também o aconselhou a não ir a Dallas naquele dia fatídico.


referência: O Grande Livro do Maravilhoso e do Fantástico - Seleções do Reader's Digest 

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Se eu pudesse...



Se eu pudesse viver novamente a minha vida...

Desta vez, me arriscaria a cometer mais erros.
Relaxaria e me espreguiçaria mais.
Seria bem mais ingênua do que fui
e levaria muito menos coisas à sério.

Assumiria mais riscos e viajaria mais.
Seria bem mais ousada.
Escalaria mais montanhas e nadaria mais rios.
Comeria mais sorvete e menos legumes;
talvez tivesse mais problemas reais
mas, com certeza, teria menos problemas imaginários.

Vivi muito racionalmente e pouco sensivelmente,
hora após hora, dia após dia.
Tive momentos e, se pudesse, 
os teria ainda mais desta vez.
Na verdade, tentaria mesmo não ter nada,
apenas momentos.
e fazê-los inesquecíveis, um após o outro,
em vez de viver tantos anos
me preocupando com o dia seguinte.
Faria tudo no momento presente,
em vez de deixar tudo para o dia seguinte.

Jamais fui a algum lugar
sem levar um termômetro,
uma garrafa térmica,
uma capa de chuva
e um pára-quedas.
Se eu vivesse novamente
viajaria muito mais leve,
sem ter de levar nada.
Começaria descalça, bem cedo na primavera
e ficaria assim até o final do outono.
Iria a mais festas dançantes,
cavalgaria mais carrosséis
e colheria muito mais margaridas.


Nadine Stair 
(escreveu isso aos 85 anos de idade)

A gente colhe o que planta





O nome dele era Fleming e era um pobre lavrador escocês. Um dia, enquanto trabalhava para ganhar o sustento de sua família, ouviu um pedido desesperado de socorro vindo de um pântano próximo. Largou suas ferramentas e correu para ver o que estava acontecendo. Chegando lá, encontrou um menino imerso até a cintura em lama negra tentando se safar da morte certa. Ele então o salvou de uma morte lenta e terrível. No dia seguinte, uma carruagem riquíssima chega a sua humilde casa. Um nobre sai e se apresenta como sendo o pai do menino que o senhor Fleming havia salvado no dia anterior.
- Quero recompensá-lo – disse o nobre – Você salvou a vida do meu filho.
- Não eu não posso aceitar pagamento para o que eu fiz. - respondeu o lavrador.
Naquele momento, o filho do lavrador veio à porta do casebre.
- É seu filho? – perguntou o nobre.
- Sim. – respondeu o lavrador orgulhosamente.
- Bem. – disse o nobre – Farei uma proposta: deixe-me leva-lo e darei uma boa educação e estudos. E, se o rapaz for como o senhor, crescerá e será um homem do qual terá muito orgulho.
E foi o que ele fez. Tempos depois o filho do lavrador Fleming se formou no St. Mary’s Hospital Medical School de Londres, ficou conhecido no mundo todo como o notável senhor Alexander Fleming, o descobridor da penicilina.
Anos depois, o filho do nobre estava muito doente, aquele que um dia o pai de Alexander havia salvado no pântano, e precisava muito da ajuda deste médico. O doente estava com pneumonia. E o que o salvou? A penicilina.  O nome do nobre? Senhor Randolph Churchill. O nome do filho dele? Senhor Winston Churchill.


Nesta vida tudo o que fazemos retorna para nós, por isso, é melhor só fazer o bem. Pense nisso!

quinta-feira, 18 de abril de 2013

APRENDER


Aprendi que meu pai pode dizer um monte de palavras que eu não posso. (8 anos).
Aprendi que minha professora sempre me chama quando eu não sei a resposta. (11 anos).
Aprendi que quando meu quarto fica do jeito que quero, minha mãe manda eu arrumá-lo. (13 anos).
Aprendi que não se deve descarregar suas frustrações no seu irmão menor, porque seu pai tem frustrações maiores e a mão pesada. (15 anos).
Aprendi que nunca devo elogiar a comida de minha mãe quando estou comendo alguma coisa que minha mulher preparou. (25 anos).
Aprendi que se pode fazer num instante algo que vai lhe dar dor de cabeça da vida toda. (28 anos).
Aprendi que quando minha mulher e eu temos, finalmente, uma noite sem as crianças, passamos a maior parte do tempo falando sobre elas. (29 anos).
Aprendi que a época que preciso realmente de férias é justamente quando acabei de voltar delas. (34 anos).
Aprendi que se você está levando uma vida sem fracassos, você não está correndo riscos o suficiente.  (42 anos).
Aprendi que gravatas de seda caras são as únicas que atraem molho de espaguete. (44 anos).
Aprendi que se você quer saber quem manda numa família, é só observar quem toma conta do controle remoto da TV. (48 anos).
Aprendi que o homem tem quatro idades: 1.quando acredita em Papai Noel; 2.quando não acredita em Papai Noel; 3.quando é o Papai Noel e; 4.quando se parece com Papai Noel. (51 anos).
Aprendi que quando chego atrasado ao trabalho, meu patrão chega cedo. (55 anos)
Aprendi que não posso mudar o que passou, mas posso deixar pra lá. (63 anos).
Aprendi que todas as pessoas que dizem que "dinheiro não é tudo" geralmente têm muito. (66 anos).
Aprendi que você nunca deve ir para a cama sem resolver uma briga. (71 anos).
Aprendi que envelhecer é importante se você é um queijo. (76 anos).
Aprendi que tenho muito a aprender. (92 anos).

NÃO IMPORTA O QUANTO VOCÊ JÁ VIVEU. O QUE IMPORTA É O QUANTO VOCÊ APRENDEU